Brasileiro, que perdeu na decisão dividida, no México, garante que revés o deixou com mais fome para buscar título dos moscas: "Vou dar a volta por cima em 2016"
A derrota para Henry Cejudo, no UFC México, sábado passado, obviamente, não estava nos planos de Jussier Formiga. Entretanto, o brasileiro tenta enxergar o revés por decisão dividida dos jurados sob um prisma positivo. Ele sabe que enfrentou um dos principais integrantes do peso-mosca o que, de certa forma, mostra que ele tem bagagem para enfrentar os melhores nomes da divisão.
Em entrevista ao Combate.com, Formiga assegura que a vontade de vencer outra vez ficou mais forte depois de ter a sequência de três vitórias interrompida pelo medalhista olímpico.
- Nem todo profissional consegue absorver bem uma derrota, mas estou conseguindo. Vou me dedicar e treinar até mais depois disso, principalmente na parte em pé e no wrestling. Posso lutar contra os melhores, estou vivo na categoria. Faço frente com qualquer um. A derrota faz crescermos como atleta, é um aprendizado. Meu objetivo é lutar pelo titulo e, pode ter certeza, que essa derrota vai me dar ainda mais vontade de buscar o cinturão. Vou correr atrás do meu sonho, e 2016 vai ser um grande ano para eu dar a volta por cima. Estou motivado para treinar. A disputa de título é questão de tempo. A derrota vai me alavancar como atleta, como profissional, absorvi muita coisa boa com essa luta.
O lutador da Kimura/Nova União afirma que colocou a tática traçada em prática no octógono, porém, não superou o jogo de quedas do adversário, invicto no MMA.
Em entrevista ao Combate.com, Formiga assegura que a vontade de vencer outra vez ficou mais forte depois de ter a sequência de três vitórias interrompida pelo medalhista olímpico.
- Nem todo profissional consegue absorver bem uma derrota, mas estou conseguindo. Vou me dedicar e treinar até mais depois disso, principalmente na parte em pé e no wrestling. Posso lutar contra os melhores, estou vivo na categoria. Faço frente com qualquer um. A derrota faz crescermos como atleta, é um aprendizado. Meu objetivo é lutar pelo titulo e, pode ter certeza, que essa derrota vai me dar ainda mais vontade de buscar o cinturão. Vou correr atrás do meu sonho, e 2016 vai ser um grande ano para eu dar a volta por cima. Estou motivado para treinar. A disputa de título é questão de tempo. A derrota vai me alavancar como atleta, como profissional, absorvi muita coisa boa com essa luta.
O lutador da Kimura/Nova União afirma que colocou a tática traçada em prática no octógono, porém, não superou o jogo de quedas do adversário, invicto no MMA.
- Tem noites que as coisas não acontecem. A minha estratégia era o que fiz: lutar em pé com ele, pressionar e tentar nocautear. Tinha horas que ele fugia da trocação, ficava clinchando. É MMA. Estamos no UFC para encarar os melhores. Foi um combate duro. Não fiquei feliz porque a vitória não veio, mas foi uma luta boa. Não faltou vontade de vencer.
Na pontuação dos jurados, Roy Silbert destoou dos dois jurados que deram 30 a 27 a favor de Cejudo e anotou 29 a 28 nas papeletas para o brasileiro. Formiga acredita que perdeu o primeiro round, venceu o último, e vê o segundo como o mais equilibrado.
- Eu não vi a luta ainda, é difícil analisar isso. Sei que o primeiro round foi duro, mas a queda que do Cejudo no fim foi decisiva. O último round eu ganhei, na minha concepção. O segundo foi parelho, por isso encarei bem o árbitro dar a vitória para mim. Enfim, não podemos errar muito, talvez tenha perdido por isso. Ao menos foi uma luta que me deu confiança em pé.
Na pontuação dos jurados, Roy Silbert destoou dos dois jurados que deram 30 a 27 a favor de Cejudo e anotou 29 a 28 nas papeletas para o brasileiro. Formiga acredita que perdeu o primeiro round, venceu o último, e vê o segundo como o mais equilibrado.
- Eu não vi a luta ainda, é difícil analisar isso. Sei que o primeiro round foi duro, mas a queda que do Cejudo no fim foi decisiva. O último round eu ganhei, na minha concepção. O segundo foi parelho, por isso encarei bem o árbitro dar a vitória para mim. Enfim, não podemos errar muito, talvez tenha perdido por isso. Ao menos foi uma luta que me deu confiança em pé.
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